Protocolo faz parte de acordo de cooperação entre seis instituições.Isaac Amorim/MJSP
“Naquele momento, era difícil trazer novamente o caso para a esfera federal, mas aprendemos que efetivar direitos exige desafiar o impossível. Hoje, esse mesmo compromisso nos move a enfrentar a violência política contra mulheres em todo o Brasil: investigar, responsabilizar e interromper os ataques, para que possamos permanecer vivas e ativas na política.”
- Fortalecimento da democracia;
- Ampliação da participação política das mulheres, considerando a diversidade e a pluralidade;
- Produção de dados, pesquisas, monitoramento e diagnóstico nacional sobre a violência política contra as mulheres brasileiras;
- Conscientização sobre a violência política contra as mulheres, considerando suas interseccionalidades;
- Enfrentamento à violência política e à misoginia na internet;
- Fortalecimento da segurança e do acesso à Justiça para mulheres em situação de violência política;
- Atuação junto aos partidos políticos;
- Responsabilização e reparação, com promoção da dignidade para mulheres em situação de violência política;
- Acolhimento, cuidado e atenção à saúde mental de mulheres em situação de violência política;
- Notificação, definição de fluxos e adoção de protocolos.
Fonte ==> Congresso em Foco

