Em 2021, o estado de São Paulo contabilizava 3.398 carpinteiros formalizados como MEI. Ao final de 2025, o número chegou a 4.492, alta de 32,2%. Entre os municípios com maior número de optantes estão São Paulo, com 630, Campinas (152), São José dos Campos (93), Campos do Jordão (83) e Guarujá (79).
Entre os marceneiros, o crescimento foi de 8,7%, passando de 22.856 optantes em 2021 para 24.836 em 2025. São Paulo lidera o ranking, com 7.409 optantes, seguido por Guarulhos (774), Campinas (643), São Bernardo do Campo (538) e Santo André (485).
Região de Jundiaí
De acordo com dados do Portal do Empreendedor, a região de Jundiaí – que é composta pelas cidades de Bragança Paulista, Cabreúva, Caieiras, Cajamar, Campo Limpo Paulista, Francisco Morato, Franco da Rocha, Itatiba, Itupeva, Jarinu, Jundiaí, Louveira, Morungaba, Pedra Bela, Pinhalzinho, Tuiuti, Vargem e Várzea Paulista – conta com 934 MEIs marceneiros registrados. Jundiaí, Várzea Paulista e Bragança Paulista são os três municípios com mais optantes, tendo 193, 117 e 108 marceneiros, respectivamente.
Os carpinteiros representam menor número, com 167 MEIs registrados na região. As cidades com mais optantes são Itatiba (34), Jundiaí (29) e Bragança Paulista (19).
Sandra afirma que o trabalho de carpinteiros e marceneiros atende a demandas específicas dos clientes, que buscam soluções alinhadas às suas necessidades. “Em essência, esses profissionais não entregam madeira ou adornos; eles entregam conforto, dignidade e a alegria de viver em um espaço que é o reflexo exato de quem o habita.”
Para quem deseja iniciar na área, a consultora orienta a busca por capacitação em gestão e finanças para manter a sustentabilidade do negócio. Além disso, é importante a criação de um portfólio para divulgação dos serviços e a definição de um nicho de atuação. “Quando você se torna especialista, o mercado para de te comparar pelo preço e passa a te procurar pela exclusividade, permitindo que você cobre um valor justo pelo seu talento único.”
Fonte ==> Sebrae


