Evento idealizado por Patrícia Stankowich promoveu um dia de acolhimento, aprendizado e troca de experiências entre mulheres, com foco especial nas mães atípicas
Um dia dedicado ao acolhimento, ao conhecimento e à construção de redes de apoio marcou a realização do 1º Encontro da Aldeia MAJA – Mães na Jornada para a Autonomia. Idealizado pela psicóloga e psicanalista Patrícia Stankowich, o evento reuniu profissionais de diferentes áreas para discutir temas relacionados ao desenvolvimento pessoal, saúde, empreendedorismo e fortalecimento feminino, tendo como público principal as mães atípicas.

Com uma programação que reuniu especialistas de diversas áreas, o encontro buscou proporcionar não apenas conteúdo técnico, mas também um espaço de escuta, troca de experiências e incentivo à autonomia das mulheres.
Independência, protagonismo e empreendedorismo
Entre as palestras da programação esteve a da empresária e advogada Andressa Gnann, que conduziu uma reflexão sobre o papel da mulher na construção de uma vida mais consciente e protagonista.
Durante sua apresentação, intitulada “As Armas das Mulheres Prósperas”, Andressa abordou temas como independência financeira, independência emocional, posicionamento, protagonismo, autorresponsabilidade e a influência da ambiência no desenvolvimento pessoal e profissional.
Segundo a palestrante, a proposta foi incentivar as participantes a refletirem sobre os diversos papéis desempenhados pela mulher ao longo da vida e sobre a importância de assumir uma postura ativa na construção de seus próprios caminhos.
Como parte da palestra, Andressa convidou sua sócia, Natasha Gnann, empreendedora e mãe atípica de dois meninos, para compartilhar sua experiência pessoal.
O momento trouxe relatos sobre os desafios enfrentados pelas famílias atípicas e mostrou que o empreendedorismo também pode representar uma alternativa de realização profissional e autonomia, mesmo diante das demandas adicionais impostas pela maternidade.
Rede de apoio fortalece mulheres
Além das palestras, o evento destacou a importância da sororidade como ferramenta de fortalecimento feminino.
Ao reunir mulheres de diferentes trajetórias profissionais e pessoais, o Encontro MAJA buscou incentivar a construção de redes de apoio capazes de ampliar oportunidades, compartilhar experiências e promover o desenvolvimento coletivo.

A programação também contou com a participação da fonoaudióloga infantil Lara Lins, da pedagoga e mãe atípica Adriana Gomes, da ginecologista Dra. Thayse Ferro e da juíza de Direito e mãe atípica Kamylla Scioli, que abordaram diferentes aspectos relacionados à saúde, educação, maternidade e inclusão.
Também estiveram presentes Aline Frohes e Tatiane Barreto, integrantes do movimento Papo de Leoa, que participaram do encontro em apoio ao projeto desenvolvido por Patrícia Stankowich.
Projeto voltado às mães atípicas
Criadora do Projeto MAJA, Patrícia Stankowich desenvolve um trabalho voltado ao acolhimento, fortalecimento emocional e desenvolvimento da autonomia de mães atípicas.
A iniciativa busca oferecer espaços de escuta, orientação e convivência para mulheres que vivenciam os desafios da maternidade de filhos com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou outras condições que demandam cuidados específicos.
Ao promover encontros como este, o projeto reforça a importância da união entre mulheres e da construção de redes colaborativas capazes de transformar experiências individuais em apoio coletivo.
Mais do que um ciclo de palestras, o 1º Encontro da Aldeia MAJA consolidou-se como um espaço dedicado à valorização da mulher, à troca de conhecimento e ao fortalecimento da autonomia feminina, demonstrando que a sororidade continua sendo uma das principais ferramentas para promover


