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- Gilmar fala em “erro histórico” e tentativa de pressionar STF na CPI
Ministro afirmou que o relatório exige firmeza institucional, porque envolve vazamentos seletivos e construção de narrativas sobre fatos ainda em apuração.
“Esse desvio de finalidade suscita preocupação, mas aqui o desvio não é algo inocente. Do ponto de vista administrativo, é crime, está na Lei de abuso de autoridade. Esse desvio de finalidade suscita preocupação legítima quanto ao uso indevido de instrumentos que deveriam servir ao fortalecimento das instituições e a proteção da sociedade.”
“Eu sou um aluno do Senado, eu constituí a minha vida indo ao Senado. Era gente de um outro formato, de uma outra estirpe. Aprendi muito com eles. Se essa gente já não sabe nada, podem ver os filmes, os discursos. Podem aprender muito. Eu já tive oportunidade de dizer ao Moro aqui, ‘aproveite a biblioteca do Senado. Ela é útil’.”
“Vazamentos seletivos, uso de imprensa com a finalidade de constranger investigados, indiciamento quase que automático dos investigados e construção de narrativas e aleivosias que atropelavam o direito de defesa e o devido processo legal. Diante de iniciativas que parece-se repetir agora, não podemos olvidar o que ocorreu naquela época evacuada com o messianismo e as práticas totalitárias da Lava Jato, sustentadas por um punitivismo inebriado com a expectativa de popularidade.”
Fonte ==> Congresso em Foco


