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- Mercado ilegal é maior problema das bets, diz presidente da ANJL
Ao Congresso em Foco, Plínio Lemos Jorge reiterou que empresas clandestinas trazem riscos ao consumidor e e às plataformas reguladas.
“Nós instrumentalizamos um laboratório para dar condições de identificar ‘esse ilegal’, identificar nas redes sociais, identificar o meio de pagamento que eles usam, para que, então, o Banco Central possa começar a fazer realmente um bloqueio efetivo ‘desse ilegal’, protegendo, sobretudo, o consumidor.”
“Ficamos quase seis anos sem controle. Nesse ínterim, não só os influencers, mas todo o público que divulgava bet tinha ‘muitos ilegais’ ainda, muita gente sem compromisso, muita gente deixando o menor jogar.”
“Se daqui a cinco, 10 anos, o combate ‘do ilegal’ tenha sido efetivo e a gente tenha retirado realmente ele da circulação, aí sim podemos começar a discutir a restrição de publicidade.”
“Hoje as bets ocuparam um papel muito relevante, sobretudo no esporte, dando condições de ter um futebol de qualidade, estádios melhores e apoio a outras modalidades, como basquete e vôlei.”
“A CPI teve o seu mérito, ainda que não tenha tido conclusão, mas foi bom para jogar luz em tudo. Quando a CPI começou sem um propósito claro, e depois foi entendendo que nosso foco não tem que ser o legalizado, que já foi fiscalizado, vamos tentar procurar o ‘ilegal’ e procurar os influencers. Mas o ilegal é muito difícil de identificarem.”
Fonte ==> Congresso em Foco


