Pesquisa do Sebrae-SP aponta que 94,5% dos MEIs estão satisfeitos empreendendo na modalidade | ASN São Paulo

Pesquisa do Sebrae-SP aponta que 94,5% dos MEIs estão satisfeitos empreendendo na modalidade | ASN São Paulo

Por setores, o nível de satisfação é maior entre os MEIs da indústria (97,1%) e de serviços (95,4%), e um pouco menor entre os MEIs do comércio (92,4%). Para 52,9% dos microempreendedores, a renda atual é maior na comparação com a situação antes da formalização, enquanto para 38,4% é igual e para 7,7% é menor.

Por setores, 56% dos MEIs de serviços declaram que sua renda aumentou com a atuação como MEI, ante 49,1% dos MEIs da indústria e do comércio. Entre os MEIs do comércio, 11,2% declararam que a renda diminuiu.

Planos futuros

A pesquisa quis saber também sobre as expectativas dos MEIs em relação aos planos para o futuro: 88% pretendem continuar como MEIs nos próximos três anos e 7,2% não pretendem continuar como optantes desse sistema. Por setores, os que pretendem continuar com essa forma de atuação são: indústria (88%), comércio (92%) e serviços (86%).

Dentre os que não pretendem continuar como MEIs, 42,1% pretendem ter uma empresa maior, 38% querem ter um emprego, 11,3% pretendem se aposentar e 7,8% alegam outros motivos. Quanto aos que desejam ter uma empresa maior, destacam-se os MEIs de serviços: 50,6%. Já entre os que desejam ter um emprego, o destaque são os MEIs do comércio: 49,1% desses microempreendedores acham que terão um emprego nos próximos três anos.

Quanto aos MEIs da indústria, a pesquisa mostra que 38,9% pretendem se aposentar. Esse desejo é compatível com a faixa etária mais elevada dos MEIs desse setor, visto que 37,3% têm 50 anos ou mais.

“Apesar dos desafios econômicos, da carga de trabalho intensa e das oscilações do mercado, a grande maioria dos MEIs estão satisfeitos com o modelo. Isso mostra que o MEI não é apenas uma formalização burocrática, mas uma ferramenta real de transformação econômica e social”, comenta.

Pedro destaca, ainda, que o alto índice de satisfação reflete na autonomia que o modelo oferece, possibilitando geração de renda e inclusão produtiva para as pessoas. “Muitos profissionais que antes estavam na informalidade hoje conseguem emitir nota fiscal, acessar crédito, contribuir para a Previdência e acessar seus benefícios quando necessário e construir uma atividade com mais segurança jurídica”, conclui.

MEIs no Vale do Ribeira

O público masculino ainda predomina entre os MEIs do Vale do Ribeira com 55% do total. São 12.999 microempreendedores homens e 10.651 MEIs mulheres (45%). Por faixa etária, 25,5% possuem entre 41 e 50 anos; 25% entre 31 e 40 anos; 18,8% de 21 a 30 anos; 18,5% de 51 a 60 anos; 8,5% entre 61 e 70 anos; 1,8% têm mais de 70 anos e 1,5% são jovens com idade entre 18 e 20 anos.

MEIs no Estado

Atualmente, o Estado de São Paulo possui 4,7 milhões de Microempreendedores Individuais ativos. A capital paulista se destaca com 1,3 milhão, seguida por Guarulhos (149,2 mil), Campinas (132,1 mil), Sorocaba (87,3 mil), Ribeirão Preto (85,1 mil) e São Bernardo do Campo (80,9 mil).

Entre as atividades com mais MEIs ativos no Estado de São Paulo, destacam-se Cabeleireiros, Manicures e Pedicures (299 mil), Comércio varejista de artigos de vestuário e acessórios (224,9 mil) e Promoção de vendas (221,5 mil).

Por gênero, dos mais de 4,7 milhões de MEIs ativos no Estado, 2,6 milhões são homens (55,3%) e 2,1 milhões mulheres (44,7%). Por faixa etária, 28,2% possuem entre 31 e 40 anos; 24,2% entre 41 e 50 anos; 22% entre 21 e 30 anos; 15,7% entre 51 e 60 anos; 7% entre 61 e 70 anos; 1,5% acima de 70 anos; e 1,4% entre 16 e 20 anos de idade.

As estatísticas foram obtidas no Portal do Empreendedor e referem-se a maio de 2026.

Semana do MEI

A pesquisa



Fonte ==> Sebrae

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