Lula se encontrou com Trump na Casa Branca em 7 de maio.Ricardo Stuckert/PR
- O relatório afirma que o Brasil não possui uma proibição legal efetiva contra a importação de bens produzidos, total ou parcialmente, com trabalho forçado.
- O USTR reconhece que o país tem mecanismos internos de combate ao trabalho análogo à escravidão, como a chamada “lista suja”, mas considera que isso não resolve a entrada de produtos estrangeiros feitos nessas condições.
- A prática foi classificada pelos EUA como “irracional” e prejudicial ao comércio norte-americano, por supostamente criar concorrência desleal para empresas e trabalhadores americanos.
- A sobretaxa proposta para o Brasil é de 12,5%, a mesma aplicada a países como China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido e Argentina.
- Um grupo menor, formado por União Europeia, México, Canadá, Indonésia, Paquistão e Equador, ficaria sujeito a uma tarifa menor, de 10%, por já possuir alguma proibição parcial ou compromisso formal sobre o tema.
- Ainda não está claro se essa nova tarifa poderá ser somada à sobretaxa de 25% proposta pelos EUA em outra investigação comercial contra o Brasil.
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Fonte ==> Congresso em Foco


